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Morre Dom Paulo Evaristo Arns, o bispo dos pobres

  • quarta-feira, 14 de dezembro de 2016
  • by
  • Redação
  • Arcebispo emérito de São Paulo estava internado na UTI desde o final de novembro
    Velório será na catedral metropolitana. Foto: Montagem/Reprodução Rede Vida/Divulgação/IP

    Da Redação

    Atualizado às 16:28

    Faleceu na manhã desta quarta-feira (14), por volta das 11h45, o arcebispo emérito da arquidiocese de São Paulo Dom Paulo Evaristo Arns, aos 95 anos. Ele estava internado desde o último dia 28 na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital Santa Catarina, no centro-sul de São Paulo, para tratar de uma broncopneumonia, que se agravou para uma piora das funções renais devido à idade avançada.

    Em nota, o arcebispo de São Paulo Dom Odilo Scherer convidou todos os fiéis a participarem do velório de Dom Paulo, que acontecerá hoje na catredral metropolitana a partir das 19h, e do velório, que ocorrerá sexta-feira (16) após celebração que terá início às 15h. Acontecerão missas a cada 2h após o sepultamento e a programação completa ainda será divulgada.

    O cardeal também convidou os fiéis a rezarem pelo arcebispo emérito. "Agradeçamos a Deus por seu exemplo de Pastor zeloso do povo de Deus e por sua atenção especial aos pequenos, pobres e aflitos. Dom Paulo, agora, se alegre no céu e obtenha o fruto da sua esperança junto de Deus!", escreveu.

    Relembre

    Dom Frei Paulo Evaristo Arns nasceu em 14 de setembro de 1921 em Forquilinha (SC). Foi ordenado presbítero em 1945 pela Ordem dos Frades Menores, da qual carregaria o compromisso com a vida e os mais pobres por toda a sua caminhada.

    Em 1966, foi eleito bispo de Respecta, da Itália, e também auxiliar da Arquidiocese de São Paulo. Entretanto, seria quatro anos depois que iria ocupar o cargo de arcebispo paulistano, onde deixaria a maior parte do seu legado de serviço ao Povo de Deus. Foi nomeado pelo Papa Paulo VI, o pontífice que concluiu o Concílio Vaticano II responsável por dar ares novos para a Igreja e por reforçar o seu compromisso com os menos favorecidos.

    Em meio a este contexto, uma das primeiras iniciativas do religioso como arcebispo de São Paulo foi vender o palácio episcopal por 5 milhões de dólares e usar o dinheiro para construir 1.200 centros comunitários na periferia. Em seus 28 anos no cargo, antes de pedir renúncia em 1998 por motivos de idade, criou 43 paróquias e apoiou o surgimento de duas mil CEBs (Comunidades Eclesiais de Base), grupos de fiéis voltados para o lado social e que conservam mais autonomia em relação ao clero.

    Como arcebispo, foi um dos responsáveis pelo episódio considerado a virada da Ditadura Militar (1964-1985) para o início do seu declínio. A missa ecumênica em 25 de outubro de 1975, assistida por cerca de 8 mil pessoas na Catedral da Sé pelos sete dias da morte de Vladimir Herzog, alertou a sociedade de que o jornalista havia sido morto pelo regime e contestou a versão oficial de suicídio. Os tanques e soldados na Praça da Sé não conseguiram impedir a realização da celebração.

    Dom Paulo coordenou, junto com o pastor James Wright, o projeto "Brasil: Nunca Mais" que compliou centenas de documentos referentes à Ditadura Militar. Foi o criador de organismos pastorais na arquidiocese como o Vicariato Episcopal de Comunicação e o Conselho de Leigos.

    Seu alinhamento à chamada Teologia da Libertação, defensora da opção da Igreja pelos pobres e de caráter anticapitalista, entretanto, lhe rendeu problemas com o Vaticano no contexto da Guerra Fria. No final dos anos 80, bispos auxiliares seus - assim como outros pela América Latina - foram transferidos de região como uma forma do Papa João Paulo II desarticular a teologia no continente. A Arquidiocese também teve seu espaço territorial diminuído com a criação das dioceses de Campo Limpo, Santo Amaro e São Miguel Paulista.

    Dom Paulo ganhou prêmios e reconhecimento pelo seu trabalho de serviço, como o o título de "Doutor Honoris Causa" pela Universidade de Notre Dame, de Indiana, Estados Unidos, entre tantos outros. Foi autor de mais de 50 livros.

    A vida de serviço era uma característica de família. Sua irmã, a médica Zilda Arns, foi a fundadora das pastorais da Criança e do Idoso e morreu em missão humanitária no Haiti, durante o terremoto que atingiu centenas de pessoas em 2010.

    Em suas últimas aparições públicas em celebrações de seus aniversários de ordenação e no lançamento do livro biográfico "Dom Paulo Evaristo Cardeal Arns - Pastor das Periferias, Dos Pobres e Da Justiça", Dom Paulo atraiu dezenas de pessoas para ir vê-lo ovacionado pelos gritos de "Bispo dos Pobres" na memória dos fiéis de sua geração e das gerações que vieram adiante.

    O lema episcopal de Dom Paulo era "De esperança em esperança" e assim ele seguiu até o fim.

    Veja mais fotos de Dom Paulo Evaristo Arns:

    Foto: Divulgação
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    Foto: Divulgação
    Foto: Divulgação
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    Centro jesuíta debate no dia 26 ocupação das escolas em SP

  • segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
  • by
  • Redação
  • Encontro será conduzido por filósofo e estudantes. Foto: Divulgação

    Da Redação

    O centro jesuíta Anchietanum irá promover na próxima sexta-feira (26) debate sobre as ocupações de escolas estaduais por alunos que aconteceram no fim do ano passado. O evento faz parte da série de encontros "Espaço Filosófico" que a entidade voltada para à juventude costuma promover.

    A reflexão será das 19h30 às 22h30, estimulada pelo doutor em filosofia pela USP (Universidade de São Paulo), Pablo Ortellado, e por estudantes que participaram de ocupações. O local fica na rua Apinajés, 2033, no bairro de Perdizes, próximo ao metrô Vila Madalena. É preciso preencher inscrição online.

    Leia o convite para o evento:

    "Dois direitos sociais fundamentais, educação e transporte público, figuraram nas pautas de manifestações recentes. A ocupação de centenas de escolas na rede pública estadual e, a exemplo de 2013, a ocupação das ruas contra o aumenta da tarifa de ônibus e metrô demonstraram a força de movimentos autônomos, compostos basicamente por jovens. Esses grupos, que organizam sua pressão por direitos à revelia do sistema partidário e das instituições representativas de classe, consolidam uma nova forma de fazer política. Ao mesmo tempo, suas manifestações têm sido alvo de forte repressão, colocando em pauta também o direito à manifestação no Brasil.

    Quais as novidades no modo de organização desses movimentos autônomos?

    A pressão política exercida por eles é capaz de revigorar o sistema político atual?

    Quais os limites entre a legitimidade e o abuso da ação repressiva durante os protestos?

    Nesta edição do Espaço Filosófico, conversarmos com estudantes que participaram de ocupações das escolas Alves Cruz e Fernão Dias e com o professor da USP Pablo Ortellado."
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    Após encontro com Francisco, Cirilo I reza pelo fim da pobreza no Brasil

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  • Redação
  • Patriarca da Igreja Russa celebrou missa na Catedral de Antioquia, em São Paulo

    Esteve presente na celebração o arcebispo romano Dom Odilo Scherer. Foto: Arthur Gandini/IP

    Por Arthur Gandini

    O patriarca da Igreja Católica Ortodoxa da Rússia Cirilo I celebrou missa no último domingo (21) na Catedral Ortodoxa de Antioquia do bairro do Paraíso, em São Paulo. A celebração é um dos últimos eventos da viagem do religioso pela América Latina, na qual se encontrou com o Papa Francisco, em Cuba.

    "Nós consumimos menos nesta época e é mais fácil entender o estado dos que consomem menos", disse o patriarca em sua homilia sobre estarmos no segundo domingo da Quaresma. "Este país gostaria de viver melhor. É possível construir uma sociedade justa e próspera com uma condição, se vocês não esquecerem Deus e o guardarem no coração", afirmou. "Se justaram isso com a educação e a ciência, vão resolver a pobreza. Tenho o direito de falar isso em outro país, pois já passei isso com o meu povo."

    O patriarca, ao final da missa, também relembrou o encontro que teve com o papa. "Não se alcança a paz duradoura à força. A paz duradoura sempre está ligada a Justiça", afirmou. Na ocasião, os dois divulgaram declaração conjunta em que pediam paz no Oriente Médio, especialmente pela região da Síria, que está em guerra civil desde 2011.

    Os dois líderes também falaram sobre estar se encontrando em Cuba, "longe das antigas disputas do “Velho Mundo”, sobre a importância do diálogo entre todas as religiões, estimularam a juventude cristã a "não terem medo de ir contra a corrente" e lembraram o papel das igrejas no combate à pobreza.

    O arcebispo metropolitano de São Paulo da Igreja Católica Ortodoxa de Antioquia, Dom Damaskinos Mansour, elogiou o encontro entre o patriarca e o Papa Francisco. “Foi uma iniciativa que enche os corações dos cristãos deste continente de alegria e esperança pela unidade do amor, que foi coroada pela declaração contínua-conjunta."

    Ele também pediu que se rezasse pela paz no Oriente Médio. "Pedimos pelo berço do cristianismo, o Oriente Médio, do qual, em parte, a Síria. Rezamos pela sua unidade e paz, pelo fim dos conflitos, em toda a região, especialmente a Síria, a qual mais sofre agora.”

    Igrejas irmãs

    As hoje chamadas Igrejas Católicas Ortodoxas são separadas da Igreja Católica Apostólica Romana desde 1054 por não terem aceitado a supremacia de Roma na época em que a Igreja fundada pelos apóstolos possuía cinco sedes (Roma, Constantinopla, Alexandria, Jerusalém e Antioquia). Roma era a única sede situada no ocidente.

    Os católicos ortodoxos não aceitam dogmas romanos promulgados após a separação, como a virgindade de Maria definida em 1854 pelo Papa Pio IX. Também há diferenças em regras do clero (o celibato é obrigatório apenas para bispos) e na liturgia. A missa na catedral foi celebrada com os religiosos de costas para a assembleia, voltados para o altar, que é fechado ao público no momento da transubstanciação. Este tipo de rito deixou de ser comum na Igreja Romana após o Concílio Vaticano II (1962-1965).

    A Igreja Ortodoxa de Antioquia foi fundada na atual Antáquia, que fica no sul da Turquia e na fronteira com a Síria. Antioquia foi onde, segundo o livro de Atos, os seguidores de Cristo foram chamados de cristãos pela primeira vez.

    Também foi onde São Paulo deu o seu primeiro sermão após sua conversão depois da aparição de Jesus. O Papa Francisco, desde o começo do seu papado, tem se encontrado com líderes ortodoxos e de outras igrejas e religiões.

    Esteve presente ainda na missa o arcebispo católico romano de São Paulo, Dom Odilo Scherer e o prefeito da cidade Fernando Haddad. O arcebispo chegou atrasado e não participou da celebração.

    O governador do Estado, Geraldo Alckmin, também compareceu a coquetel realizado em seguida, aberto apenas aos religiosos, aos políticos e à imprensa oficial.
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    Sefras e Cáritas da Região Sé promovem seminário sobre a CF 2016

  • segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
  • by
  • Redação
  • Formação acontecerá no dia 23. Foto: Divulgação

    Da Redação

    O Sefras (Serviço Franciscano de Solidariedade) e a Cáritas da Região Episcopal Sé, organizações católicas voltadas para o serviço social, irão promover seminário no próximo dia 23 sobre a Campanha da Fraternidade Ecumênica 2016.

    A CF, que ocorre durante a quaresma, é realizada este ano pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) em conjunto com o Conic (Conselho Nacional de Igrejas Cristâs), com o tema “Casa Comum, nossa responsabilidade” e o lema “Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca (Am 5.24)."

    O padre Manoel Quinta, coordenador da Campanha da Fraternidade na Arquidiocese de São Paula, irá dar formação aos presentes sobre o tema. O seminário acontecerá das 9h às 12h na sede da Cáritas Regional Sé, que fica na Rua Rodolfo Miranda, 249, no bairro do Bom Retiro.
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    A sociedade, a Igreja e o aborto

  • by
  • Redação
  • Foto: Rafael Neddermeyer/Fotos Públicas

    Foi confirmada na semana passada a terceira morte ocasionada pelo vírus Zika no país, no município de Serrinha (RN). A situação traz cada vez mais preocupação visto que já atingiu 18 estados e foram registrados mais de 2.700 casos de microcefalia. Entretanto, outro assunto também é despertado e não é nada simples de ser discutido nas igrejas cristãs e no resto da sociedade. O aborto rende discussões calorosas e envolve crenças religiosas, saúde pública, liberdade individual e a segurança de mulheres por todo o país.
    "Favorece a eugenia, é uma prática para selecionar pessoas perfeitas", disse o secretário da CNBB (Conferência Nacional de Bispos do Brasil), Dom Leonardo Steiner, ao ser questionado sobre a legalização vir a tona com a epidemia. Mulheres, entretanto, não desejam interromper a gravidez nestes casos apenas para não terem de cuidar à vida inteira de um filho indefeso - para o que é necessário amparo ao invés de se ceifar uma vida, como defendeu o arcebispo de São Paulo Dom Odilo Scherer, também na semana passada, em artigo no jornal O São Paulo. O assunto da descriminalização do aborto é mais amplo do que à epidemia e tem como ponto central a vida. Mães não desejam dar a luz a seres humanos que talvez tenham sérias dificuldades intelectuais e de mobilidade. Também é para se refletir se todos nós gostaríamos de ter nascido sob essas condições. A questão trata-se das crenças religiosas à respeito de se tirar uma vida, o que ainda não é simples devido a falta de consenso sobre o ponto em que a vida passa a existir.
    A Igreja Católica e outras igrejas cristãs defendem que um óvulo fecundado já representa um ser humano vivo. Outros dizem que a vida começa após a formação do sistema nervoso do feto, após a 5ª semana de gestação. Santo Agostinho (354-430), por exemplo, defendia que o feto recebia a alma apenas após 40 dias. A Igreja Católica sempre condenou o aborto desde o século IV, o que foi sendo progressivamente reforçado de penitências menores a encíclicas publicadas por papas e ao atual Código de Direito Canônico, que determina excomunhão automática a quem provoca o aborto.
    Tirar a vida remete ao mandamento "Não matarás" reafirmado por Jesus Cristo no Novo Testamento. Entretanto, mesmo isto foge do consenso ao ter sido relativizado na própria história da igreja durante os conflitos entre cristãos e pagãos durante o Cristianismo Primitivo, por exemplo, e nas matanças de indígenas nas expedições espanholas e portuguesas às Américas, com o apoio da Igreja. Falamos do cristianismo, mas o assunto não diz respeito a apenas uma religião e seus costumes e crenças. Na comunidade judaica, por exemplo, é costume que a mulher, quando engravida, só conte a novidade ao marido, aos pais e às pessoas mais próximas. A notícia só de fato é divulgada quando se completa o terceiro 3º mês de gestação, pois pode ocorrer um aborto natural causando frustração em todos ao redor. Uma demonstração que cada cultura lida de um jeito próprio com o início de uma existência humana.
    A discussão, seguindo-se, não se limita a questão da religião e tanto-se fala em preservar vidas, mas se esquece muitas vezes da vida das mães. Segundo estudo divulgado pela OMS (Organização Mundial da Saúde) no ano passado, cerca de 800 mulheres morrem por dia ao interromperem a gravidez clandestinamente. Já no Brasil, conforme estimativa feita pelo IBGE (Instituto de Geografia e Estatística) em 2013, 8,7 milhões de brasileiras, entre 18 e 49 anos, já abortaram. O percentual é maior entre mulheres da região Nordeste, pretas e de baixa instrução e, consequentemente, que estão entre as mais pobres. Por falta de opção, elas confiam em profissionais que se apresentam como "médicos", mas que não têm capacitação adequada para realizar os procedimentos adequados. Gera-se assim uma situação paradoxal, fala-se contra o aborto para afirmar a defesa da vida, mas não são consideradas aquelas que morrem por não terem condições de irem a clínicas que, por realizar um procedimento proibido por lei, cobram fortunas. Pela falta de consenso, outra parte da igreja vai contra a visão do tema defendida pelo clero. O grupo "Católicas pelo direito de decidir", por exemplo, discute o aborto a partir da crítica ao papel de submissão da mulher na sociedade, que também gera conflitos na discussão religiosa. A responsabilidade também não é apenas da mãe, mas do pai que muitas vezes abandona a mulher após saber da gravidez.
    Quem é contrário a legalização, afirma que os números de mulheres mortas durante abortos são inflados. Quem é a favor, argumenta que embriões não são vidas e é precisa salvar a vida das mães e acabar com os abortos clandestinos por meio da descriminalização. Os que se posicionam de forma dogmática no debate, acabam por defender o seu ponto de vista de forma absoluta. Todos, entretanto, concordam, independente dos números, que uma vida só já vale muito para um cristão.
    No âmbito geral, ainda vivemos em um Estado Laico, e se as igrejas cristãs possuem o direito de impor a seus fiéis o que acreditam ser o melhor para eles segundo as leis de Deus, conforme é seu dever, estas visões de mundo não podem ser impostas a quem não professa da fé religiosa. Essa delimitação não é o que se vê com protestos e manifestações de grupos religiosos organizados e assim se ameaça na sociedade o espaço de liberdade de convicção e expressão a todos, para inclusive os que não professam a mesma religião ou não possuem uma fé religiosa.
    É preciso discutir de forma ampla sem pressões um assunto que envolve tantas pessoas em situações diferentes e óticas distintas.
    Os cristãos possuem o dever de proteger a vida de seus demais irmãos, filhos de Deus, mesmo que estes não professem da mesma fé. Por outro lado, as igrejas cristãs precisam resolver dissensos internos sobre a questão do aborto entre o clero e os fiéis, além de terem o dever de cultivar um limite entre as crenças e as liberdades individuais da sociedade da qual não podem se esquecer que fazem parte.
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    Instituto de Teologia São Miguel ainda tem vagas em curso para leigos

  • quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
  • by
  • Redação
  • Inscrições vão até a próxima segunda-feira (15); mensalidade é no valor de R$ 60

    Curso possui duração de três anos com aulas semanais. Foto: Divulgação
    Da Redação

    O Instituto de Teologia de São Miguel ainda possui cerca de 10 vagas para o Curso Livre de Teologia 2016, que tem início na próxima terça-feira (16), segundo a secretaria do local. O curso possui o objetivo de dar formação teológica aos leigos engajados nas paróquias, comunidades e diversas equipes pastorais de São Miguel Paulista e também de outras dioceses.

    A duração do curso é de três anos e as aulas ocorrerão às terças, quartas e quintas-feiras, das 20h às 21h30, sem intervalo. É necessário pagar uma mensalidade de R$ 60, além da matrícula no mesmo valor.

    Para se matricular, é preciso comparecer até a próxima segunda-feira (15) na sede do instituto com um comprovante de término do ensino médio, comprovante de residência, cópia do RG e CPF, foto 3x4 e uma carta de apresentação do pároco da comunidade que frequenta.

    O instituto foi fundado pela Diocese em 1986 e fica na praça Padre Aleixo Monteiro Mafra, 11, próxima à estação de trem São Miguel Paulista e à Catedral de São Miguel Arcanjo.

    Mais informações no telefone: (11) 2031.5107
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